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As meninas que vieram das estrelas
Em memória
de Joana Isabel Cipriano Guerreiro e de Madeleine Beth McCann. Website oficial de Marcos Aragão Correia, Advogado
da mãe de Joana.

Joana Cipriano
O estado a que chegámos
A
recente decisão do "Supremo Tribunal de Justiça" português (as aspas são forçosas)
de não repetir (ainda) o julgamento de Leonor Cipriano porque acreditou, sem mais, nas últimas declarações
do assassino João Cipriano, que consistiram na negação de que tivesse escrito ou assinado a sua livre
confissão de 18 de Maio de 2009 onde finalmente admitia que era o único responsável pelo desaparecimento
da menina Joana Cipriano ao confirmar que tentou vender a sobrinha, revelam bem o lastimável estado a que chegou o
sistema judicial em Portugal. Ou seja, tal como na Guiné-Bissau, onde a investigação
ao assassinato do seu anterior presidente deixou intactas no local as armas do crime para que todos as pudessem ver, tocar
e até levar, em Portugal um "Supremo Tribunal de Justiça" continua a desprezar o destino de uma inocente
criança, não ordenando perícias científicas ao original da confissão escrita que possuíam
(e possuem), nomeadamente de modo a corroborar se a letra e a assinatura são ou não as de João Cipriano.
E nem tão pouco ordenar a inquirição dos guardas prisionais de serviço no dia 18 de Maio do ano
passado no Estabelecimento Prisional da Carregueira, de modo a poderem também confirmar a autenticidade e condições
em que a respectiva confissão foi recolhida. Nada disso foi feito! Como muito bem diz o nosso muito digno Bastonário
da Ordem dos Advogados Dr. Marinho Pinto, parece que muitos juízes são cegos para as evidências! A situação não é contudo nova, e começou na própria investigação
da Polícia Judiciária ao caso Joana, iniciada apenas quase duas semanas depois do desaparecimento da criança!
Ou como no caso de Madeleine McCann, onde o local do rapto foi persistentemente contaminado pelas próprias autoridades! João Manuel Domingos Cipriano, que anteriormente já havia cumprido quatro anos de prisão efectiva
por ter tentado assassinar outra pessoa a troco de 20 contos e uma mota (crime que nunca negou), vem agora dizer que "nunca
tentou vender a sobrinha, mas na noite em que ela desapareceu, a irmã disse-lhe para ir à porta porque junto
da igreja estava um carro para levar a filha, que ela tinha vendido a um casal de estrangeiros, e que viu o carro, preto,
de tamanho médio e de marca que desconhece, o qual arrancou logo a seguir à sobrinha ter entrado para dentro
do mesmo, nunca mais a tendo visto desde então, nem nunca mais a irmã lhe tendo falado nela". E os senhores
juízes desse tal autodenominado "Supremo Tribunal de Justiça" nem têm o cuidado, a que estão
profissionalmente obrigados e para o qual são abundantemente pagos pelos contribuintes Portugueses (até quando
compramos um pão de leite estamos a pagar a esses senhores!), de ordenar perícias científicas à
confissão escrita e inquirições aos guardas prisionais da Carregueira, de modo a confrontar João
Cipriano com o comprovado valor do conteúdo que ele livremente confessou em 18 de Maio de 2009. Ou, como preferem acreditar
nas suas últimas declarações, as quais vão no sentido de que a irmã, que nunca havia sido
condenada por nenhum crime nem conhecia mais que os seus familiares e vizinhos da Figueira, é que vendeu Joana, então
pelo menos deveriam ordenar a repetição do julgamento com base nesses novos "factos"! Mas não,
preferiram manter a injustiça, e até, numa atitude de inconcebível hipocrisia, colocar em causa o modo
de obtenção da confissão de 18 de Maio sem contudo invocarem nenhuma norma legal que o fundamentasse
- simplesmente porque não existe nenhuma -, com isso pondo também em cheque o próprio Estabelecimento
Prisional da Carregueira, e mais uma vez ignorando (tal como o relator fez quando era Procurador-Geral da República)
a denúncia da própria advogada de João Cipriano de que este também foi torturado pela Polícia
Judiciária! É esta, em suma, a "justiça" que temos! Estamos certos que Salgueiro Maia
não se teria empenhado tanto em derrubar o anterior regime fascista se soubesse que as coisas iriam rapidamente voltar
mais ao menos ao que eram dantes. Este continua pois a ser o mesmo estado a que chegámos! O
Estado, para ter legitimidade, deve assentar sempre em valores Morais. Não o sendo, é dever de todos desobedecer
ás leis imorais. A lei não é sinónimo de moralidade, e disso a História está repleta
de exemplos. Se, por exemplo, os povos tivessem desobedecido às leis imorais de perversos governantes como Hitler,
Stalin, Mussolini ou Mao Tsé-Tung, milhões de vidas inocentes teriam sido poupadas. Mas a História comprova
que a História nunca foi um forte dos povos, e que estes depressa esquecem os crimes do passado, ignorando, conscientemente
ou não, o facto de que o Estado é a primeira causa de mortes não naturais. Então
que fazer? Simplesmente abolir o Estado como defendem os movimentos anarquistas? Cremos que tal decisão não
teria efeitos muito melhores, pois o Mal não reside no Estado em si (que não é mais que uma figura abstracta)
mas sim nos elementos que o compõem. Os elementos que o compõe e governam é que fazem do Estado o que
ele é. E isto porque é uma ingenuidade absoluta acreditar que todos os indivíduos são naturalmente
bons, apenas se tornando malévolos por influência do Estado. Se assim fosse, quem teria então formado
o primeiro Estado perverso? O Estado é posterior ao Ser Humano e não anterior. Primeiro existiram pessoas, e
depois estas é que formaram o Estado. E quando formaram o primeiro Estado, não estavam sob influência
deste porque simplesmente este ainda não existia. Historicamente, o Estado surge como organização de
um grupo de tiranos que pretende impor à força as suas ambições egoístas sobre as outras
pessoas. O Estado não era então associado de modo algum a uma qualquer entidade que tivesse como missão
defender valores morais. Muito pelo contrário, ele era o veículo das piores atrocidades. O rei e os seus mais
importantes nobres recrutavam mercenários com os quais organizavam vastos exércitos que dominavam à base
da força bruta territórios onde as pessoas que lá viviam eram obrigadas, sob pena de morte, a uma total
submissão, incluindo a terem que dar regularmente a maior parte do fruto dos seus cultivos e trabalho aos senhores
que ilegitimamente se auto-intitulavam donos das terras (tendo nascido então a figura dos "impostos", termo
derivado do latim imponere significando "impor coercivamente"). Ou seja, o Estado nasce como uma associação
de indivíduos imorais e altamente perversos que se organizam para impor a sua pérfida vontade sobre os outros,
em total desrespeito pelo Direitos Naturais destes. Ou por outras palavras, o Estado não é o próprio
Mal em si mas sim um instrumento geralmente usado pelo Mal. A abolição, sem mais, do Estado, resultaria inevitavelmente
na associação de outros, ou até dos mesmos, indivíduos imorais que novamente tentariam fazer impor
a sua vontade sobre os outros, criando para o efeito uma nova organização maquiavélica assente na violência:
nasce então um novo Estado. Que solução então? Sendo o Estado, em
si, apenas uma organização, cabe aos indivíduos com afinidades a nível de uma Moral mais elevada,
se associarem de modo a destronarem os bandidos que devastam o planeta. Esses bandidos não devem contudo ser assassinados
(excluindo, é claro, os casos de legítima defesa própria ou de terceiros), pois isso constituiria, mesmo
que tendo em conta o fim moral que com isso se pretenderia, um meio imoral de acção. Há que se distanciar
ao máximo das imoralidades que se combatem. Mas é imperativo excluir esses indivíduos imorais de toda
a posição de decisão na sociedade, inclusivamente do direito de votarem. Um violador e assassino de crianças
não tem direito a opinar sobre a organização do Estado. Uma maioria de indivíduos dessa perversa
índole certamente seria favorável à criação de leis que legitimasse a continuação
dos seus actos imorais. Sendo facto assente que todo o Mal deriva, em primeiro lugar, dos indivíduos que o escolheram,
e que uma enorme parte da população do planeta Terra não se identifica com uma Moral elevada, um Estado
é necessário para que os Direitos Naturais de todos sejam assegurados. O Estado apenas ver-se-ia despido de
qualquer utilidade caso todos os indivíduos de um determinado mundo se pautassem por elevados valores morais. O fim
do Estado seria então algo natural. A organização da vida colectiva nesses mundos felizes dispensa qualquer
maior complexidade, pois aí todos os indivíduos tratam o próximo como a si mesmo, o bem de cada um é
o bem de todos e vice-versa, em suma, o topo da Moral (o Amor puro) é o objectivo principal de todos. Sendo isso na Terra ainda uma utopia, o Estado deve existir com o propósito de salvaguardar o livre arbítrio
e demais Direitos Naturais de todos. Os imorais também têm Direitos Naturais, sendo que contudo possuem uma apetência
especial por transgredirem os Direitos Naturais dos outros indivíduos, servindo-se para o efeito de todos os meios
ao seu alcance, inclusivamente do Estado. O mesmo Estado que eles criaram e mantiveram como forma de dominação
e abjecto controlo imoral dos outros indivíduos. Então aqui sim, o Estado passou a ser um meio de escravização,
de deseducação, de manipulação e de tirania absoluta. Passou a ser um meio de perpetuar a submissão
dos "vassalos" aos seus "senhores". Militares, polícias e juízes são recrutados para
que a ordem imoral seja cumprida à força por todos. Quem tentar reclamar os seus legítimos direitos é
condenado, depois de julgamentos fantoches, à morte, à cadeia ou ao manicómio. O desvio aos padrões
do imposto como "normal" pelos tiranos é considerado um crime ou uma loucura. Importa que a população
não seja crítica, nem sequer pense. Que viva na ilusão que é esta a sociedade ideal, e que o seu
trabalho escravo é uma "bênção" dada pelos governos ou pelos deuses que eles impuseram.
O Estado actua esmagando brutalmente todas as tentativas dos indivíduos serem livres, sejam estas tentativas tomadas
na forma de (legítimas) rebeliões organizadas, quer na do próprio indivíduo concreto pensar por
si mesmo. Importa que religiões sejam manipuladas, adulteradas e até inventadas para que prometam o Céu
apenas na próxima vida aos melhores escravos. Mas quem "ousar" pensar por si mesmo não poderá
deixar de concluir que um Deus que é Amor puro não pode jamais desejar a existência de escravos nem na
outra nem na presente vida. Como ensinava Zarathushtra, filósofo persa que há cerca de 2 000
anos antes de Cristo sistematizou na Terra a primeira religião baseada exclusivamente em elevados valores morais, "entre
os dois caminhos descritos [o Bem e o Mal] a Humanidade deve escolher como apoiante e verdadeiro líder um bom Mestre
que promova bons pensamentos" (Gathas, Yasna 31, Verso 10, em www.zarathushtra.com). Esta religião, cujas bases
eram resumidas a Bons Pensamentos, Boas Palavras e Boas Acções, e que foi a oficial do Império Persa
durante a dinastia sassânida, foi devastada por várias invasões de Estados liderados por imorais, tendo
o golpe fatal sido desferido no ano 641 depois de Cristo por exércitos muçulmanos árabes, que assassinaram
impiedosamente todos aqueles que se recusaram converter ao islamismo, destruíram quase todo o legado religioso de Zarathushtra
protegido pela Pérsia, e até obrigaram a que a língua persa fosse substituída pelo árabe. Eis pois que é imperioso que o Estado seja urgentemente moralizado. A sua função deve ser restrita
a proteger os (inalienáveis) Direitos Naturais de todos os indivíduos, sendo que para tal deverá sempre
assentar numa democracia directa em que só as mulheres e homens de bons princípios podem participar. O ridículo
argumento de que numa democracia todos devem participar, não apresenta qualquer viabilidade quando constatamos que
maiorias imorais podem se servir dessa democracia para esmagar por completo os Direitos Humanos das minorias. A História
prova-nos isso inequivocamente. Por exemplo, um dos mais monstruosos líderes governamentais de sempre, Adolf Hitler,
chegou ao poder através de eleições democráticas. É isto que devemos evitar a todo o custo. Em suma, a democracia directa deve constituir sempre o modo de tomada de todas as decisões num Estado que
se reclame de melhores valores. Neste processo devem estar excluídos todos aqueles que sejam contrários aos
valores dum Estado assente na protecção dos Direitos Naturais de todos os indivíduos sem excepção.
A separação dos poderes legislativo, executivo e judicial deixa de ter sentido numa sociedade de plena democracia
directa. Esta forma de democracia deve presidir a todos os órgãos do Estado, não permitindo que se instalem
poderes déspotas independentes do controlo geral da população. Os juízes existem para aplicar
a lei e não para refazê-la ao sabor dos seus egoísticos interesses por via de desavergonhados malabarismos
de interpretação. A democracia directa deve controlar sempre as decisões dos tribunais. Indivíduos
que tenham cometido crimes graves (portanto não num quadro de legítima defesa) como assassinatos, violações,
agressões físicas graves ou tenham tentado estes crimes, devem ser condenados a prisão por tempo indeterminado
até se comprovar o seu genuíno arrependimento e correcção. As prisões devem funcionar como
escolas que trabalham para a educação dos reclusos, em pleno respeito pelos seus Direitos Humanos. Em caso algum
poderá ser permitida a pena de morte, formas de mutilação física ou química, tortura ou
outros actos cruéis. Um Estado de Moral deve proteger o livre arbítrio de todos, o que implica garantir o natural
livre arbítrio de cada um contra violações por parte do uso atentatório, indevido e extrapolante
do livre arbítrio de outro. A soberania individual tem que ser sempre preservada, e é para protegê-la
que existe a soberania do Estado, e não o contrário. Por fim, cabe a todos os indivíduos
que se sentem lesados com as constantes violações aos mais essenciais parâmetros de uma Moral Natural,
conjugarem esforços e lutarem pela implementação dum Estado verdadeiramente moralizado. Só assim
poderão contribuir mais significativamente para que a brutal morte de inocentes crianças, como é o caso
da nossa linda Joana Cipriano, não tenha sido em vão. 12 de Janeiro de 2010, Marcos Aragão Correia.



«Lamento que tenha ocorrido novamente no Algarve um caso desta natureza, para mais quando
permanece vivo na memória de todos o "caso Joana", tão maltratado pelo sistema de justiça desde
o desaparecimento da menina de Figueira, Portimão, até ao julgamento dos eventuais responsáveis. Só
que neste caso da menina inglesa não se trata de "sucata" e, daí, não ter sido preciso esperar
vários dias pelo início das investigações. (...) O "caso Joana" constituiu-se como exemplo
de investigação, mas ao contrário.
[...] Sou,
pois, dos que defendo que o aproveitamento do caso tem muito a ver com aquilo que se pretende: o controlo da população
com base no terror dissimulado, através da alienação. Dito de outra maneira, a manipulação
dos comportamentos por força da obediência e da submissão, até haver condições para
a implementação de um chip em cada um de nós, momento a partir do qual iremos, finalmente, obter algo
(segurança), por contrapartida à renúncia a outra coisa (liberdade). Por isso surgem os desaparecimentos
e sequestros de crianças - para nos conduzirem, a todos, a uma situação de ansiedade, até que
um dia sejamos nós a solicitar a introdução do dito chip no corpo, para podermos, por exemplo, localizar
permanentemente os nossos jovens e não só. (...) Daqui à escravidão total é um passo. [...] Analisada de forma necessariamente breve esta questão em termos dos conceitos,
volto a ensaiar a minha pergunta enquanto argumento crítico: interessa a todas as pessoas que as "Maddies"
e os seus agressores apareçam? Não. O que tentarei demonstrar neste livro [Maddie, Joana e a investigação
criminal - A verdade escondida] é que ao longo deste tipo de investigações se tropeça demasiado
em continuidades e descontinuidades, em confirmações e dissonâncias, em realidades e fantasias, em razões
e contradições, que não tinham de ser exprimidas, porque trazem à evidência fragilidades
que conduzem à insegurança. A única explicação que encontro para essa falta de competência
ética, pessoal e profissional assenta precisamente no facto de que esse falso discurso por parte dos principais responsáveis
político-judiciários incorpora uma prática consciente, tendente a fazer-nos ver o que eles querem que
vejamos, isto é, há coisas que o público em geral não precisa de saber, nem deve saber, sobre
o que realmente aconteceu com Maddie [e Joana]. Mas penso (palavra feia!) que vale a pena tentar lutar contra esses criminosos,
poderosos conspiradores que trabalham dia e noite para nos escravizar mentalmente, procurando controlar as escolas, os tribunais,
as polícias, os hábitos de leitura, as televisões e os jornais. Maddie é apenas um balão
de ensaio.» Barra da Costa, Professor e Inspector-Chefe da Polícia Judiciária
(na reforma).
«O mal da nossa justiça é que parece que muitos juízes são cegos para as evidências. [...] A política está judicializada e a justiça politizada. [...] Os magistrados são pessoas que prestam um serviço público
e tem que prevalecer um sentido de serviço público nos tribunais. Basta ir a um tribunal: é como se fosse
uma igreja com as divindades que se têm de adorar, que se tem de prestar quase vassalagem. Os tribunais não estão
a prestar um verdadeiro serviço público. (...) Há magistrados que lavam as mãos da justiça.
Não se importam em realizar a Justiça, para eles a Justiça é formal. Há magistrados que
se sentem iluminados a tal ponto que prescindem de tudo, de todos: os advogados estão a mais, as testemunhas não
interessam. Ele fala com aquele iluminismo que lhe caiu na cabeça sabe-se lá donde. Resolve tudo, sabe tudo.
(...) Infelizmente muitos magistrados preferem ser temidos do que ser respeitados, tal como acontecia no final do Estado Novo
com aqueles todo-poderosos senhores agentes e inspectores da PIDE/DGS. (...) A administração da justiça
é oca, balofa e desadequada dos valores de uma sociedade livre e transparente. [...] Uma
pavrinha sobre a justiça portuguesa? Fujam!» Marinho Pinto, Bastonário
da Ordem dos Advogados.
«A política em Portugal é cada vez mais um nojo, uma grande
porcaria. [...] Estou convencido que não se faz nada para pôr
a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça.» Medina Carreira, ex-Ministro das Finanças.
«Meus senhores, como todos sabem, há diversas
modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos
acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto.
Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!» Palavras de mobilização - ainda actuais - de Salgueiro Maia, Capitão do Exército Português
que liderou as forças revolucionárias do 25 de Abril de 1974.

| The Madeleine investigation |

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| Justice for all the McCann family |
| Maddie, Joana e a investigacao criminal |

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| Jose Martins Barra da Costa |

Presidente do Supremo Tribunal de "Justiça"
português elogia sistema judicial chinês Para compreendermos melhor o abominável
estado em que se encontra o sistema judicial português, é sempre útil lembrar que o presidente do Supremo
Tribunal de "Justiça" português, Luís António Noronha Nascimento, reeleito para o cargo
por maioria absoluta em Novembro de 2009, efectuou, acompanhado por uma delegação, uma visita à República
Popular da China de 12 a 21 de Maio de 2008, com despesas, é óbvio, a cargo dos contribuintes Portugueses. O
site oficial do STJ relata (em http://www.stj.pt/?idm=178&sid=183m) que «no decurso da visita, a delegação
do STJ participou em sessões de trabalho no Supremo Tribunal e em outros tribunais, em que foram abordadas as experiências
nacionais sobre organização e funcionamento dos sistemas judiciais».
Mas
muito mais graves são as conclusões do mesmo senhor presidente, relatadas pelo Jornal Tribuna de Macau em 20
de Maio de 2008: «A passagem pelo território
segue-se a uma visita à China Continental, com paragens em Pequim, Guilin e Zhuhai. "Correu muito bem e da nossa
parte estamos muito satisfeitos", afirmou o presidente do STJ. Noronha Nascimento confessou mesmo que a delegação
ficou "muito impressionada" com a qualidade e funcionalidade das instalações judiciais do Continente.
"Muito superiores às existentes na Europa", classificou o magistrado, que destacou a implementação
de novas tecnologias e de sistemas informáticos. Durante a visita, a delegação encontrou-se com o presidente
do Supremo Tribunal Popular da China, Wang Shengjun. Segundo Noronha de Nascimento, o órgão máximo da
justiça do Continente foi convidado a deslocar-se a Portugal, algo que deve acontecer "no espaço de um
ano"». (em http://www.jtm.com.mo/view.asp?dt=280803005). Ou seja, um dos mais altos representantes do sistema judicial português
tece desavergonhados elogios ao perverso sistema judicial de um dos países campeões na violação
dos Direitos Humanos, não sendo por consequência de admirar que Portugal continue a padecer dum sistema judicial
de cariz tipicamente fascista (documentário a propósito em www.youtube.com/watch?v=x-CrNlilZho).

| Jornal de Noticias de 24-10-2009 |

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Gonçalo
de Sousa Amaral tenta destruir mais uma criança e seus pais

Com a expressa autorização
destas novas vítimas, divulgamos aqui as participações enviadas por mais esta inocente família
às autoridades portuguesas, na esperança de que nada de mal aconteça a mais uma outra menina no Algarve.
----- Original Message
----- From: ana bras To: belem@presidencia.pt ; mailpgr@pgr.pt ; recursos.humanos@pj.pt ; dirp@sg.mai.gov.pt ; provedor@provedor-jus.pt
Cc: (...) Sent: Sunday,
October 04, 2009 11:39 PM Subject: PEDIDO URGENTE DE PROTECÇÃO
POLICIAL
MUITO URGENTE
Portimão, 04 de Outubro de 2009
Excelentíssimos Senhores:
Presidente da República Portuguesa
Procurador-Geral da República
Director Nacional
da Polícia Judiciária
Ministro da Admnistração Interna
Provedor de Justiça Os nossos respeitosos cumprimentos.
Há
quatro dias enviámos o pedido de ajuda transcrito em baixo para Sua Excelência o Procurador-Geral da República.
Muito infelizmente, os nossos piores pesadelos têm cada vez mais tomado forma.
Ontem à noite
eu, o meu marido José Araújo e o nosso Advogado Dr. Marcos Aragão Correia fomos jantar fora, num restaurante
em Portimão. Quando pedimos ao Dr. Marcos para nos conduzir à casa da minha mãe, para irmos buscar a
nossa filha que se encontrava aos seus cuidados, ao passarmos pela zona ribeirinha de Portimão, vimos fogo de artifício
junto ao Clube Naval de Portimão, e decidimos parar para ver, tendo eu e o meu marido saído do carro para fumarmos
um cigarro, pois o Dr. Marcos não é fumador, tendo permanecido no seu carro, e nós ao lado do veículo,
encostados junto a uma zona de estacionamento público.
Nisto vimos um aglomerado de pessoas na entrada do
restaurante "retiro do peixe assado", e qual foi o nosso espanto ao vermos o Sr Gonçalo de Sousa Amaral a
olhar para nós no meio dessas pessoas, tendo o mesmo Sr. Gonçalo feito um sinal com a mão para outras
pessoas, apontando em nosso direcção, sendo que essas pessoas, cerca de quatro, se dirigiram de imediato para
nós ameaçando-nos com grande agressividade para abandonarmos de imediato aquela zona da rua. Sublinhamos que
estávamos na rua, em pleno local público, no lado contrário do citado restaurante. Nisto os indivíduos
começam a nos empurrar com força, injuriando-nos e agredindo-nos, e um tal Baptista leva uma mão para
a parte de trás das suas calças, dizendo ao mesmo tempo que se não saíssemos dali dava-nos um
tiro. Nisto um tal Fernando tenta arrancar o nosso Advogado de dentro do carro, puxando-o pela janela para o agredir. Ao vermos
a nossa impotência perante tanta violência, entrámos de imediato no carro do nosso Advogado, sendo que
um tal Ramos ainda conseguiu dar uma forte bofetada no meu marido.
Dirigimo-nos de imediato para a esquadra de
Portimão da Polícia de Segurança Pública onde pedimos que fossem identificados os autores materiais
das ofensas, pois o Sr. Gonçalo Amaral, mandante dos crimes, era já por nós muito bem conhecido! Três
agentes da PSP acompanharam o meu marido e o nosso Advogado ao local, tendo eu, por medo, permanecido na esquadra da PSP.
No local, os indivíduos Baptista e Fernando, e ainda um outro elemento que não conheciamos minimamente, já
haviam fugido, só tendo sido possível identificar o Ramos. No entanto, mesmo à frente dos agentes da
PSP, outros indivíduos, talvez em número superior a dez, acompanharam o Sr. Gonçalo Amaral em direcção
ao nosso Advogado Dr. Marcos Aragão, tendo o Sr. Gonçalo Amaral agressivamente ameaçado o nosso Advogado
mesmo à frente da cara dele, apontando-lhe o dedo, e gritando-lhe "você não tem vergonha".
Apresentámos logo a seguir, cada um de nós três, e ainda na noite de ontem, participações
criminais contra o Sr. Gonçalo de Sousa Amaral e seus capangas, tendo ficado as nossas queixas na PSP registadas com
os números:
José Araújo - NUIPC 001938/09.5 PAPTM,
Marcos Aragão Correia
. NUIPC 001939/09.3 PAPTM,
Ana Sofia Brãs - NUIPC 001940/09.7 PAPTM.
Não obstante,
durante o dia de hoje, o Sr. Gonçalo Amaral telefonou diversas vezes para o meu telemóvel e para o do meu marido,
a partir de um número não identificado no visor dos nossos aparelhos, mas susceptível de ser identificado
pelo sistema judicial, ameaçando-nos sem qualquer pudor de que nos iria fazer a folha.
Temos muito medo,
por nós e pela nossa filha, e não podemos mais viver assim. Como tal, temendo pelas nossas vidas, solicitamos
protecção poiicial até estes processos serem resolvidos nos tribunais.
Por favor, nem que
seja pela nossa filha Diana, de apenas 2 anos e 1 mês de idade, ajude-nos!
Com os nossos melhores cumprimentos,
Ana Sofia Brás,
José Araújo.
From: anasofiabras@xxxxxxx.xxx To: mailpgr@pgr.pt CC: (...) Subject: PEDIDO URGENTE DE AJUDA Date: Wed, 30 Sep 2009 00:07:51 +0100
Muito urgente
Excelentíssimo Senhor Procurador-Geral da Repúlica
Doutor Pinto Monteiro:
As nossas respeitosas saudações.
Escrevo-lhe porque eu, o meu marido e a nossa filha estamos com muito medo e precisamos da Vossa ajuda.
Quase
todos nós cometemos erros na vida, o meu foi me ter envolvido com o Sr. Gonçalo Amaral, ex-inspector da Polícia
Judiciária. Sim, cometi um grande erro ao ter caído no assediamento que esse senhor me fez no início
deste ano. Eu ouvia-o na televisão, lia as notícias sobre ele nos jornais, e parecia-me ser uma pessoa injustiçada.
Quando ele me assediou, com as mesmas falinhas mansas com que fala na tv, eu caí no erro de ter aceite ter um caso
extra-conjugal com ele no início deste ano. À medida que o fui conhecendo, vi que esse senhor não passava
de um hipócrita, de um criminoso, que só queria sexo e que me tratava pior que um cão. Em meados de Junho
deste ano terminei o relacionamento com ele, e voltei para o meu marido, José Araújo, o qual entretanto por
vingança da esposa do Sr. Gonçalo Amaral, também foi assediado por esta e iniciou igualmente um relacionamente
extra-conjugal com a esposa do Sr. Gonçalo. Entretanto, felizmente, voltámos um para o outro, mas o inferno
não acabou.
Eu e o meu marido temos uma filha de 2 anos de idade, mas o Sr. Gonçalo Amaral não
quer saber. Desde que eu e o meu marido voltámos um para o outro que o Sr. Gonçalo Amaral nos tem perseguido
sem piedade. Persegue-nos de carro, a pé, manda "capangas" nos perseguirem, ameaça-nos de morte, difama-nos,
ameaçou-nos que iria colocar droga no nosso carro para nos mandar para a cadeia, agrediu-nos fisicamente, mandou um
seu "capanga" de nome Baptista, um reformado da Polícia Marítima de Portimão nos ameaçar
com uma arma de fogo, tudo isto porque o Sr. Gonçalo Amaral não aceitou o fim do relacionamento que eu tinha
com ele e tem receio que eu conte para todo o mundo quem ele é verdadeiramente, um criminoso que me tratava e trata
à porrada, pior que um animal.
Temos muito medo, tememos pela nossa vida e pela segurança da nossa
filha, a Diana. Ontem, a nosso pedido, o Dr. Marcos Aragão Correia (Advogado de Leonor Cipriano) apresentou no Ministério
Público de Faro uma denúncia em nosso nome pelos crimes cometidos pelo Sr. Gonçalo de Sousa Amaral contra
nós. Contudo sabemos que estas coisas podem demorar muito tempo nos tribunais, e como tal apelamos a Vossa Excelência
que nos conceda a sua atenção pessoal à nossa miserável situação de vítimas
de forma a que toda a gente saiba que se nos acontecer alguma coisa, a nós ou à nossa menina, o responsável
por isso é apenas um: o Sr. Gonçalo de Sousa Amaral.
Por favor ajude-nos. Temos provas do que dizemos.
O meu marido conseguiu gravar um telefonema em que o Sr. Gonçalo Amaral nos ameaça de morte, diz que nos "vai
fazer a folha", que vai "dar um tiro" ao meu marido, que se vai livrar dele "a pontapé sem sujar
as mãos", que lhe "vai partir os cornos". O meu marido tem sido perseguido na rua, e nem falo em mim.
A minha filha chora agora por tudo e por nada pois sente a nossa insegurança e temor. Temos também um video
gravado num telemóvel onde se pode ver o Sr. Gonçalo Amaral a agredir o meu marido num bar em Portimão.
Estamos dispostos a mostrar todas estas provas à Procuradoria-Geral da República. Por favor ajude-nos.
O meu nome é Ana Sofia Brás, tenho 35 anos de idade, sou delegada de vendas em Portimão, o meu
número de telemóvel é o: xxxxxxxxx. O nome do meu marido é José Araújo,
tem 42 anos de idade, é empresário em nome individual, e o número do telemóvel dele é o:
xxxxxxxxx.
A nossa filha chama-se Diana Brás, tem 2 anos e 1 mês de idade, e queremos
muito que chegue a adulta sã e salva.
Muito obrigado pela ajuda de Vossa Excelência.
Portimão, 29-09-2009,
Ana Sofia Brás,
José
Araújo.
 Divulgamos também um link exterior onde pode ser ouvida a gravação
de dois telefonemas que corroboram as denúncias supra transcritas. Ambos os telefonemas datam de Julho de 2009, constituíndo
prova da natureza imoral e criminosa de um dos seus interlocutores: Gonçalo de Sousa Amaral. A gravação
(incluindo a sua divulgação) é legal ao abrigo do disposto no artigo 34 do Código Penal Português.
Dada a linguagem extremamente obscena utilizada por Gonçalo de Sousa Amaral, a audição da respectiva
gravação não é aconselhável a públicos sensíveis. Link exterior (para copiar
e colar no browser): http://www.zshare.net/download/68611337747aaed2/
(Nota: a respectiva gravação foi também enviada às
autoridades portuguesas).
Para informações a respeito em língua Inglesa consultar os seguintes
links: http://justice4mccannfam.5forum.biz/ http://justice4mccannfam.blogspot.com/ http://thehoundingofthemccans.blogspot.com/


Joana Cipriano desapareceu há cinco anos Para além da data do seu aniversário
- Joana completou 13 anos de idade a 31 de Maio deste ano - hoje assinala-se uma outra importante data da sua memória:
completam-se cinco anos desde que Joana foi brutalmente assassinada pelo tio João Cipriano de modo a silenciá-la
relativamente ao monstruoso negócio frustrado que o tio organizara quanto à menina: vender a criança
para uma terrível rede criminosa onde Joana seria certamente vítima das mais atrozes torturas a todos os níveis
(psicológico, físico, sexual). Explorando a miséria e, sobretudo, a ingenuidade da
irmã Leonor, mãe da Joana, João não hesitou em sacrificar a vida da pequena sobrinha a troco e
por causa de uma quantia avultada do mesmo vil metal pelo qual Jesus Cristo também foi vendido e assassinado. Um tio
repugnante a todos os níveis, monstruoso animal sanguinário, que para satisfazer os seus estúpidos, fúteis
e egoístas apetites totalmente animalescos, é capaz de negociar sem quaisquer escrúpulos a vida de uma
inocente criança, infelizmente também sua sobrinha. Cabe questionar profundamente esta
sociedade onde vivemos, onde alguém cumpre 4 anos de prisão por tentativa de homicídio de outrém,
e, sem mais, sem apresentar qualquer arrependimento, é posto em liberdade sem qualquer acompanhamento profissional,
livre para tentar matar outra vez. E assim foi. Voltou a tentar, e desta vez conseguiu. Chamava-se Joana. Era uma linda menina
de 8 anos de idade que vivia numa pacata aldeia do Algarve. De uma imensa doçura, como todos os que a conheceram garantem.
E muito embora o Céu tivesse ganho um Anjo mais cedo do que o habitual, a Terra ficou ainda mais pobre do que já
era. Mas Joana estará sempre nos corações daqueles que a amaram aqui e daqueles que a amam daqui. Pois
o verdadeiro Amor é eterno. E, para além do mais, sabemos que lá bem longe, nesse lugar maravilhoso onde
só o Amor reina e o Mal não penetra, Joana é feliz como nunca o foi aqui, pois como nos garantiu Jesus:
"deixai vir a mim as crianças, pois é delas o reino dos Céus". Obrigado
por tudo Joana! Que o nosso genuíno Amor te alcance também desde este mundo infernal! Nunca te esqueceremos,
doce linda menina vinda das estrelas! Marcos Aragão Correia.
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JORNAL DE NOTÍCIAS PUBLICOU EM 25/07/2009
IMPORTANTE ARTIGO DO CONCEITUADO CRIMINOLOGISTA PORTUGUÊS BARRA DA COSTA SOBRE O CASO JOANA
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DUAS LINDAS MENINAS VINDAS DAS
ESTRELAS
Quão horrendo e desumano é alguém, sem quaisquer provas, aumentar
enormemente a terrível dor dos pais que choram a perda de uma sua criança, acusando-os de estarem envolvidos
no desaparecimento da mesma! Quão
monstruoso e brutal é alguém, exactamente desempenhando funções públicas pagas para perseguir
os transgressores dos direitos da criança, servir-se desse mesmo cargo para encobrir os verdadeiros criminosos e seus
hediondos crimes!
Quão cruel e
lancinante é alguém, sem quaisquer escrúpulos, caluniar, difamar e humilhar aqueles que cuidavam e acarinhavam
a criança violentada por terceiros, imputando às pessoas de quem a criança tanto gostava as mais infames
mentiras e falsidades.
Enfim, como se
sentem a mãe e o pai da menina ou do menino que lhes foi brutalmente arrancado do seio para ser violentado e assassinado,
e que, para além de terem de procurar Justiça sozinhos, têm que ainda enfrentar a falível justiça
terrestre que os falsamente acusa das piores monstruosidades contra a criança de que tanto gostavam?
Pois é, para quem nunca passou por isso, pode ser difícil imaginar
o que é passar por isso. Mas Leonor, Leandro, Kate e Gerry passaram por isso, e sentiram na pele o que é as
suas filhas e eles serem alvo de todas essas inqualificáveis crueldades.
Houve gente muito má, terrivelmente má, que fez mal, muito mal, às suas queridas filhas,
e outra gente também muito má, terrivelmente má, que encobriu e continua a encobrir o mal extremo de
que as suas crianças foram vítimas, acusando em vez a eles, mamãs e papás tão queridos
pelas suas meninas, com as mais inconcebíveis mentiras e calúnias!
Gonçalo de Sousa Amaral é uma dessas pessoas más, muito más. Durante anos utilizou
o seu cargo de Coordenador de Investigação Criminal da Polícia Judiciária Portuguesa para caluniar
e difamar mães e pais inocentes de crianças desaparecidas no Algarve. Estreou-se publicamente com as suas maldades
no "caso Joana" e, esfregando as mãos de contentamento com a sua impunidade, repetiu tais proezas diabólicas
com o "caso Madeleine".
Mas
ao contrário da mãe e do padrasto de Joana, a mãe e o pai de Madeleine eram Ingleses com dinheiro, posição
social e bons conhecimentos, o suficiente para fazer toda a diferença e impedir uma fatídica queda pelas escadas.
O "fatal empurrão" que Gonçalo Amaral lhes tentou dar, resultou finalmente no seu afastamento da liderança
dos inquéritos policiais a crianças desaparecidas. Mas não ditou o fim da sua maquiavélica acção
contra os direitos dessas mesmas crianças e dos seus pais. Mesmo agora, já enquanto ex-chefe da polícia,
continua a sua liderança da mentira, calúnia e falsidade contra os pais e mães inocentes das crianças
violentadas no Algarve. A senda do Mal cria, efectivamente, raízes profundas e persistentes.
Mas as mães e os pais inocentes que choram torrencialmente com os seus
corações a perda das suas lindas meninas não estão sós à mercê do Mal. Muitas
pessoas surgiram, dispostas a erguer bem alto a bandeira da Moral contra todas as perversidades que grassavam impunemente,
e combatendo, uma por uma, as ervas daninhas que infestam o belo jardim planetário, estas pessoas constituem a linha
da frente da defesa da implantação na Terra duma sociedade verdadeiramente justa, caridosa e baseada exclusivamente
na amorosa Moral que constitui a felicidade de todos os planetas ditosos.
É bom sabermos que não estamos sós. É bom sentirmos o apoio altruísta de
tantas pessoas solidárias com esta causa. As mamãs e papás de Joana e de Madeleine não estão
sós. As suas maravilhosas meninas continuam a protegê-los mesmo que já assaz longe daqui. E para isso
contam com aqueles que estão aqui. Esta é a maior prova de inocência que alguém pode obter!
Marcos Aragão Correia, Advogado da mãe e do padrasto de Joana Cipriano.
(Funchal, 15 de Julho de 2009)
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TRIBUNAL DE COMARCA DE PORTIMÃO ADMITE
RECURSO EXTRAORDINÁRIO DE REVISÃO DE SENTENÇA EM FAVOR DE LEONOR CIPRIANO O Advogado mandatado pela recorrente Leonor Maria Domingos Cipriano (Marcos Aragão Correia) foi notificado
em 07/’07/2009 pelo 1º Juízo Criminal do Tribunal de Comarca de Portimão de que o Juiz de Direito
competente admitiu o Recurso Extraordinário de Revisão de Sentença em favor da sua constituinte
Leonor Cipriano, por este preencher todos os requisitos legais, conter as novas provas documentais invocadas e estar devidamente
fundamentado.


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Na sequência dos mais recentes
caluniosos ataques públicos totalmente falsos, injuriosos e difamatórios por parte de Gonçalo de Sousa
Amaral contra a mãe de Joana Cipriano na pessoa do seu legítimo Advogado Marcos Aragão Correia, repoduz-se
a seguir a nossa resposta pública ao caluniador, datada de 16 de Junho de 2009:
Senhor Gonçalo de Sousa Amaral:
Escrevo-lhe esta breve carta aberta de modo a manifestar a minha mais forte indignação,
repúdio e revolta em relação aos seus mais recentes ataques absolutamente mentirosos, difamatórios
e criminosos contra a minha pessoa, divulgados ontem por si à comunicação social e ao Ministério
Público.
Você não tem mesmo nenhuma vergonha! Depois de você já
ter sido condenado pelo Tribunal de Júri de Faro, por unanimidade e a pena de prisão (não de multa),
como sendo um mentiroso descarado que se dedicou durante anos a aldrabar a justiça; depois de já ser publicamente
conhecido e confirmado por documentos internos da própria Polícia Judiciária as denúncias abertas
que a sua própria esposa (na altura separada de si) fez contra si ao Director de Faro da mesma polícia, onde
o acusava de a insultar, ameaçar de morte, conduzir automóveis da polícia completamente embriagado e
ainda de raptar uma filha comum de 4 anos de idade; depois de já estar provado, conforme todos os documentos originais
remetidos por mim ao Supremo Tribunal de Justiça na semana passada, que você foi o principal responsável
por ter sido encoberto o que verdadeiramente aconteceu à menina desaparecida Joana Isabel Cipriano Guerreiro, resultando
na hedionda não perseguição dos criminosos que a tentaram comprar e ainda na absolutamente injusta prisão
da minha constituinte mãe da mesma menina; depois de também já ter sido comprovado que você repetiu
os mesmos passos de investigação criminosa contra os pais de uma outra menina desaparecida no Algarve (Madeleine
Beth McCann), mais uma vez incriminando-os sem nenhuma prova e assim encobrindo novamente os maléficos raptores agora
desta menina, possivelmente os mesmos, ou com conexões com os mesmos, que tentaram comprar a filha da minha constituinte
Leonor Cipriano; depois de você já ter sido constituído arguido por um novo processo que lhe foi movido
por António Leandro David Silva (padrasto da Joana) e ainda por Carlos Alberto Pinto da Silva (que vivia na casa da
Joana), processo em que já foram ouvidas dezenas de testemunhas que corroboraram que você torturou brutalmente
aqueles dois queixosos, e no qual se prevê para próximo a acusação contra si pelo Ministério
Público da Comarca de Faro por crimes de tortura e outros tratamentos cruéis, degradantes e desumanos; depois
de você já ter sido processado criminalmente pelos pais da Madeleine pelas perversas mentiras que persiste em
divulgar contra eles; depois de você ter sido demitido do cargo de Coordenador do DIC de Portimão da Polícia
Judiciária pela sua comprovada incompetência; depois de você ter ouvido a grande nega que a líder
do seu próprio partido (PSD) lhe deu quando você já tinha como certo o "tacho" de presidente
da Câmara de Olhão; depois de você ter visto recusados todos os convites que endereçou a advogados
britânicos para representá-lo fora de Portugal; depois de você ter ouvido o desprezo tácito que
Oprah Winfrey lhe votou na sequência dos seus ridículos apelos para participar no respectivo programa televisivo
dos Estados Unidos da América; depois de tudo, depois de tudo isto, você insiste em abrir a sua boca repleta
de podridão e mau hálito para continuar a despejar as falsidades, mentiras, ódios e violências
que caracterizam o seu pobre coração animalesco!
De uma vez por todas, tenha vergonha
Senhor Gonçalo de Sousa Amaral! Sim, porque ao contrário de si, eu não
apoio presidentes criminosos, como era o caso do seu ídolo George W Bush, também defensor da tortura (internet
link: http://www.youtube.com/watch?v=SI6e0MWqtQA );
sim, porque ao contrário de si, eu quero que as crianças
desaparecidas sejam encontradas e os criminosos que as raptaram e / ou assassinaram sejam descobertos e punidos, desmascarando
assim a hedionda satânica falsa "necessidade" de implantação em massa de microchips nos Seres
Humanos (internet link: http://www.wethepeoplewillnotbechipped.com/main/viewpage.php?page_id=51 );
sim, porque ao contrário de si, eu acredito
na Espiritualidade, tal como milhares de milhões de pessoas em todo o mundo acreditam, ao contrário de você
que se auto-intitula hipocritamente de Católico, mas que na verdade ridiculariza e ofende as crenças e dogmas
de todos os autênticos Católicos, que acreditam na existência dos Espíritos e na possibilidade de
comunicação com estes, tal como proclamado pelo Papa João Paulo II, quando afirmou literalmente, num
dia de finados e na Praça de São Pedro em Roma, para mais de 20 mil pessoas: "O diálogo com os mortos
não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo.";
além disto, é notório que o ódio que você exala contra a Espiritualidade advém também
do facto de milhares de Médiuns sérios e honestos terem comunicado à PJ, por e-mails, cartas e telefonemas,
que Madeleine fora efectivamente raptada, comunicações estas que você sempre teve o "cuidado"
de esconder dos olhos do público (internet links: http://www.youtube.com/watch?v=xHcwTx3DgDc , http://www.youtube.com/watch?v=8wKt8r35AdI&feature=related , http://www.youtube.com/watch?v=sDhMA6VIBU8&feature=related , http://www.youtube.com/watch?v=wR0epaA2xkY&feature=related , http://www.youtube.com/watch?v=QFVjmtNayW0&feature=related ).
Portanto, e mais uma vez, tenha vergonha Senhor
Gonçalo de Sousa Amaral!
Ontem, eu e o António Leandro David Silva,
apresentámos mais duas participações criminais contra a sua pessoa, na Guarda Nacional Republicana de
Portimão. A minha obviamente constituiu a reacção natural às suas mais recentes mentiras e ofensas
divulgadas por si contra a minha pessoa, tendo eu o processado criminalmente pela prática dolosa dos crimes públicos
de denúncia caluniosa (art. 365 do Código Penal) e difamação agravada (arts. 180 nº 1, 183
e 184, com remissão deste último para o art. 132 nº 2 al. l), todos do Código Penal), sendo que
nos devidos prazos será também apresentado pedido de indemnização civil no valor compreendido
entre 100 mil e 500 mil euros. Quanto ao padrasto de Joana, apresentou também ontem mais uma participação
criminal contra si por difamação, na sequência da divulgação das suas persistentes hediondas
mentiras de que Leandro teria violado a menina. Ambas as participações criminais ficaram registadas na GNR sob
os números, respectivamente: NUIPC 368/09.3 GCPTM e NUIPC 367/09.5 GCPTM.
Senhor
Gonçalo de Sousa Amaral, convença-se de uma vez por todas do seguinte: enquanto o senhor não der paz
às almas destas meninas e dos seus pais, o senhor será sempre perseguido em nome da Verdade e da Justiça,
e, tal como até agora, conte sempre comigo para frustrar os seus diabólicos planos malévolos! Portimão, 16 de Junho de 2009.
O Advogado da Mãe
de Joana,
Marcos Aragão Correia. .
No dia 1 do mês consecutivo
à divulgação da carta aberta supra transcrita, António Leandro, padrasto de Joana, informava o
seu Advogado (Marcos Aragão Correia) da notificação do Ministério Público que deduzia acusação
contra Gonçalo de Sousa Amaral por prática de crimes de tortura contra a sua pessoa.




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